terça-feira, 27 de setembro de 2011

Resultado da Gincana de Pintura do 19º GAC

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Foi realizado com grande sucesso no dia 24 Set 11 nas dependências do 19º GAC a gincana de pintura , tendo os seguintes vencedores: categoria pintura em tela em 1ª lugar Sidney Matos Crestani em 2ª lugar Jéssica Silveira Moro em 3ª lugar Dionatan Trindade Rodrigues. na categoria infantil em 1ª lugar Marcelo Madrid de Bitencourt. O Comando do 19º GAC, agradece a todos que de uma maneira ou outra contribuíram para o sucesso da Gincana de Pintura em tela "Barão de Batovy" e informa que está disponível as instalações para aqueles que ainda desejam realizar pinturas sobre o 19º GAC, os mesmos receberão certificados e medalhas de participação e terão suas obras em exposição no GAC e na feira do livro.







segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Lígia Rosso venceu como Destaque Cultural na pesquisa Os Melhores do Ano

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Os integrantes da Casa do Poeta de Santiago se sentiram muito felizes e orgulhos pela escritora Lígia Rosso ter sido destacada na pesquisa Os Melhores do Ano, promovido pelo jornal Expresso Ilustrado. Lígia despontou na pesquisa de opinião como o Destaque Cultural do Ano, o que certamente reflete o reconhecimento por seu trabalho como escritora e também por ter comandado o projeto Santiago do Boqueirão, seus Poetas quem São?

Há anos, Lígia é uma jovem que está sempre integrada aos grupos culturais de Santiago, sendo muito atuante e engajada na evolução de sua cidade. A Casa do Poeta a parabeniza por essa justa homenagem.


clique na imagem para vê-la ampliada

sábado, 24 de setembro de 2011

8ª Exposisão de orquídeas, cactos e bromélias

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Palavras e Ondas (24 de setembro)

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Neste sábado o programa 'Palavras e Ondas', da Casa do Poeta de Santiago, estará entrevistando Juares Girelli que comentará sobre seu livro "Caminhos - O menino dos trilhos", comentando também sobre literatura e cultura em geral.

Sintonize 87,9, rádio Central FM, a partir das 14h.

Você poderá ouvir o programa pela internet, clicando AQUI.

VIII Concurso Plínio Motta de poesias (2011)

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ACADEMIA MACHADENSE DE LETRAS (Machado-MG) comunica que estão abertas as inscrições para o VIII Concurso Plínio Motta de Poesias, do ano 2011.

Entrem em contato para adquirir o Regulamento:
a/c Carlos Roberto machadocultural@gmail.com

ESTE CONCURSO ESTÁ ABERTO PARA TODOS!

OBS: O VALOR DA INSCRIÇÃO ( 2 REAIS) PODE SER COLOCADO DENTRO DO ENVELOPE COM AS 6 CÓPIAS DA SUA POESIA.

http://www.fanzineepisodiocultural.blogspot.com

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Édipo às avessas

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“Édipo aparece, com a face ensanguentada, tateando em busca de seu caminho”. Nesta passagem de Édipo Rei, do teatrólogo grego Sófocles, o protagonista descobrira que matara seu pai e dormira com sua mãe. A culpa foi tão grande que decidiu punir-se, arrancando os olhos e abandonando a cidade onde morava.

No filme “A insustentável leveza do ser”, situado na década de 60, o protagonista Tomas, um médico da cidade de Praga, atual capital da República Tcheca, refere-se ao personagem épico para criticar os políticos que não assumiam a própria culpa e puniam os opositores. Durante a história, o médico é pressionado a mudar sua opinião pelo bem do próprio pescoço.

Os anos de chumbo se foram, mas os políticos pouco mudaram. Depois que os adoráveis deputados estaduais gaúchos aprovaram o vergonhoso aumento dos seus salários em 73% no final de 2010, Tonho Crocco criou o rap “Gangue da matriz”, onde criticou o aumento e citou, nominalmente, alguns parlamentares que votaram a favor. O deputado Giovani Cherini (PDT), à época presidente da Assembleia Legislativa, representou ação junto ao Ministério Público contra Crocco, pois a sua canção ofendia a honra dos deputados. E esse posicionamento afronta a minha tolerância...

Não é de hoje que a vergonha abandonou o caráter das pessoas. Antes de aumentarem o salário no final do ano passado, outras amostras de sem-vergonhice já haviam sido demonstradas pelos políticos em todos os níveis: federal, estadual e municipal.

Invertendo a lógica, a máquina pública não pensa em elevar os salários das classes mais baixas e estancar os vencimentos de quem já recebe muito além do que merece. Tanto é que professores e policiais debatem, historicamente, com governos, melhores condições de trabalho.

Definitivamente, o Estado não joga no mesmo time do povo. Porque quando a crise se aproxima, ele sobe o preço dos produtos, aumenta os impostos e engorda a já obeso-mórbida arrecadação estatal.

Reforça essa linha de pensamento, a decisão dos vereadores de Porto Alegre em abocanhar mais um pouco da dignidade do povo - tentaram aumentar os seus salários de 10,3 mil para 14,8 mil reais. Um valor absurdo! Você viveria muito bem com os 4,5 mil reais a mais que queriam receber...

O aumento foi aprovado, mas o Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu a infeliz iniciativa dos vereadores. Felizmente!

Gangue da matriz só tentou ser vetado porque cita o nome dos deputados e, sendo música, quem ouve acaba gravando. Lá vão os nomes dos nossos “nobres” parlamentares que votaram a favor:
Do PMDB: Alberto Oliveira, Alceu Moreira, Alexandre Postal, Edson Brum, Gilberto Capoani, Luiz Fernando Záchia, Márcio Biolchi, Marco Alba e Nelson Härter. Do PP: Adolfo Brito, Francisco Appio, Frederico Antunes, João Fischer, Pedro Westphalen e Silvana Covatti. Do PDT: Adroaldo Loureiro, Ciro Simoni, Gerson Burmann, Gilmar Sossella e Kalil Sehbe. Do PSDB: Adilson Troca, Paulo Brum, Pedro Pereira e Zilá Breitenbach. Do PTB: Abílio dos Santos, Aloísio Classmann e João Scopel. Do PPS: Derfran Rosado, Luciano Azevedo e Paulo Odone. Do DEM: Francisco Pinho e Paulo Borges. Do PSB: Heitor Schuch e Miki Breier. Do PRB: Carlos Gomes. Do PcdoB: Raul Carrion.

E sempre é bom destacar aqueles que votaram contra o aumento: do PTB: Cassiá Carpes. Do PT: Adão Villaverde, Daniel Bordignon, Dionilso Marcon, Elvino Bohn Gass, Fabiano Pereira, Ivar Pavan, Marisa Formolo, Raul Pont, Ronaldo Zülke e Stela Farias.

Os parlamentares são um Édipo às avessas, pois têm o discernimento entre o justo e o injusto, mas não admitem publicamente que é errado aumentar os seus salários. Diferentemente do personagem de Sófocles, jamais arrancarão os olhos devido à consciência pesada. Admiro o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, renunciar quando a sua popularidade caiu depois do tsunami e do desastre nuclear em Fukushima. Fatos assim não geram desconforto nos políticos brasileiros. Infelizmente...

Giovani Roehrs Gelati
http://giovanigelati.blogspot.com
grgletras@gmail.com
Uruguaiana, RS



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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Corrida Rústica centenário do 19º GAC

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LinkO Comandante do 19º Grupo de Artilharia de Campanha convida para a Corrida Rústica do Centenário do 19º GAC a ser realizado no dia 02 Outubro de 2011, Domingo, a partir das 08 horas na praça Moisés Viana, provas infantil 2km - feminino 5km - masculino 8km, mais de R$ 4.000,00 (quatro mil reais) em prêmios, troféus para os primeiros colocados e 300 medalhas de participação, informações, regulamentos e inscrições até o dia 28 de setembro de 2011 pelo site www.19gac.eb.mil.br ou no Círculo Militar de Santiago.

Sec Com RP/19ºGAC - fone (55) 3251-2201 Ramal 239

Participe!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

63 anos de Caio Fernando Abreu: O ovo

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O silêncio é imenso,como se houvesse um grande vácuo aqui dentro.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Onírico

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Ela o amava.Ele a amava também.
E ainda, que essa coisa, o amor, fosse complicado demais para compreender e detalhar nas maneiras tortuosas como acontece, naquele momento em que acontecia dentro do sonho, era simples. Boa, fácil, assim era.
Ela gostava de estar com ele. ele gostava de estar com ela.
Isso era tudo.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Réquiem por um fugitivo

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Mesmo assim eu não esquecia dele. Em parte porque seria impossível esquecê-lo, em parte também, principalmente, porque não desejava isso. É verdade, eu o amava. Não com esse amor de carne, de querer tocá-lo e possuí-lo e saber coisas de dentro dele. Era um amor diferente, quase assim, feito uma segurança de sabê-lo sempre ali.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Carta a Jacqueline Cantore

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Amor não resiste a tudo, não. Amor é jardim. Amor enche de erva daninha. Amizade também, todas as formas de amor.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Fotografias

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... tendo entre as mãos, como quem segura lírios maduros dos campos, uma espera tão reluzente que já é certeza.

63 anos de Caio Fernando Abreu: O rato

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Não olhava para trás, porque olhar para trás era uma maneira de ficar num pedaço qualquer para partir incompleto, ficado em meio para trás. Não olhava, pois, e pois não ficava. Completo partiu.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Limite branco

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Acho que o fato de ser só é inevitável, independe de fatos externos. Há pessoas que nascem para serem sós a vida inteira. Eu, por exemplo. Acho que mesmo que um dia case e tenha uns dez filhos (coisa que não me atrai nem um pouco, diga-se de passagem), ou mesmo que consiga encontrar a amizade que sonho — e de cuja existência a cada dia mais e mais duvido — acho que mesmo que aconteçam essas coisas, continuarei só.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Onde andará Dulce Veiga?

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... gritou qualquer coisa que se esfiapou no ar da manhã.
Parecia meu nome.
Bonito era meu nome.
E eu comecei a cantar.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Onde andará Dulce Veiga?

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Eu estava a ponto de sentar numa daquelas calçadas tortas,(...) enterrar a cabeça nas mãos e chorar e chorar pelo tempo perdido, pela falta de sentido, pela minha derrota.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Onde andará Dulce Veiga?

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Vi um arco-íris.
...Podia fazer um pedido, lembrei, mas não acreditava mais nisso.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Inventário do irremediável

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Não, não era amor, não foi amor. Tudo explodia num plano muito mais alto, muito mais intenso. Nos desvendávamos com a fúria dos que antecipadamente sabem que não vão conseguir jamais.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Sargento Garcia

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Queria dançar sobre os canteiros, cheio de uma alegria tão maldita que os passantes jamais compreenderiam...

63 anos de Caio Fernando Abreu: London, London

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Eu não quero dizer nada, em língua nenhuma, eu não quero dizer absolutamente nada. Eu só sorrio e deixo ela ir embora com seus pés descalços...

63 anos de Caio Fernando Abreu: Garopaba mon amour

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Pela manhã sentaram sobre a rocha mais alta, cruzaram as pernas, respiraram sete vezes, profundamente, e pediram nada para o mar batendo na areia.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Os dragões não conhecem o paraíso

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Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce.
Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.
Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder.
Tudo é tão vago como se não fosse nada...

63 anos de Caio Fernando Abreu: Carta ao amigo Sérgio

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No meu demente exercício para pisar no real, finjo que não fantasio. E fantasio, fantasio.
Até o último momento esperei que você me chamasse pelo telefone.
Que você fosse ao aeroporto. Casablanca, última cena.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Marinheiro

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— Você andou na grama?
— Andei. Logo após a areia branca da baía, havia uma grama alta. E mais adiante, um rio.
— E você viu então uma cobra deslizando entre juncos, na beira do rio?
— Sim, uma cobra verde. Dessas que não fazem mal a ninguém.
— Você a matou?
— Não mato o que não ameaça. Nem o que vive. Eu apenas passei.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Carta a Luciano Alabarse

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E me dá uma saudade irracional de você...

63 anos de Caio Fernando Abreu: O destino desfolhou

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Anos mais tarde, tentaria lembrar-se de Como Tudo Começou.
E não conseguia. Não conseguiria, claramente. Voltavam sempre cenas confusas na memória.
Misturavam-se, sem cronologia, sem que ele conseguisse determinar o que teria vindo antes ou depois daquele momento em que, tão perdidamente, apaixonou-se...

63 anos de Caio Fernando Abreu: Limite branco

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Eu queria grandes espaço, amplitudes azuis onde meus olhos pudessem se perder e meu corpo pudesse se espojar sem medo nenhum.
Queria e quero — ainda. Voar junto com alguém, não sozinho.
Mas todos me parecem tão fracos, tão assustados e incapazes de ir muito longe.
Talvez eu me engane, e minhas asas sejam bem mais frágeis que meu ímpeto.
Mas se forem como imagino, talvez esteja fadado à solidão.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Limite branco

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Sinto-me terrivelmente vazio. Há pouco estive chorando, sem saber exatamente por quê. Às vezes odeio esta vida, estas paredes,(...) esses diálogos vazios,(...)
O que eu queria mesmo era um ombro amigo onde pudesse encostar a cabeça, uma mão passando na minha testa, uma outra mão perdida dentro da minha.
O que eu queria era alguém que me recolhesse como um menino desorientado numa noite de tempestade, me colocasse numa cama quente e fofa, me desse um chá de laranjeira e me contasse uma história. Uma história longa sobre um menino só e triste que achou, uma vez, durante uma noite de tempestade, alguém que cuidasse dele.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Limite branco

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No fundo, há só uma verdade: me sinto só. Talvez seja essa a causa dos meus males.
Ou será o desconhecimento do que sou, (...)
O que sei é que as coisas que preocupam podem ser resumidas em poucas palavras: Deus, solidão. E no fundo, o que existe sou eu. Como um grande ponto de interrogação sem resposta.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Limite branco

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(...) não gosto do meu quarto(...) gosto demais das coisas que posso ver pela janela.
Das coisas que estão fora dele, porque o que está aqui dentro eu acho muito parecido comigo. E eu não gosto de mim. Ou gosto? Não sei. Talvez pareça não gostar justamente porque gosto muito, então exijo demais de meu corpo, e as coisas erradas que ele faz — são tantas! — me fazem detestá-lo.
A gente sempre exige mais das pessoas e das coisas que quer bem, as que queremos mal ou simplesmente não queremos nos são indiferentes.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Aqueles dois

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Apesar de, sem efusões, terem se reconhecido
no primeiro segundo do primeiro minuto.
Acontece porém que não tinham preparo algum
para dar nome às emoções, nem mesmo para tentar entendê-las.

63 anos de Caio Fernando Abreu: Garopaba mon amour

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(...) não te tocar, não pedir um abraço, não pedir ajuda, não dizer que estou ferido, que quase morri, não dizer nada, fechar os olhos, ouvir o barulho do mar, fingindo dormir, que tudo esta bem, os hematomas no plexo solar, o coração rasgado, tudo bem.

Caio Abreu completaria 63 anos...

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Se estivesse vivo, o escritor Caio Fernando Abreu estaria completando 63 anos neste dia 12 de setembro. Natural de Santiago, ele nasceu no ano de 1948, filho de Zael Menezes Abreu e Nair Loureiro de Abril.

Em sua cidade viveu até os 15 anos. Depois ganhou o mundo. Morou em São Paulo, onde trabalhou nas revistas Veja, Nova, Manchete e Pop. Escreveu para os jornais Correio do Povo, Zero Hora, Folha de S.Paulo e outros.

Sua bibliografia inclui os livros Inventário do (Ir)remediável, Limite Branco, O Ovo Apunhalado, Pedras de Calcutá, Morangos Mofados, Triângulo das Águas e também o romance Onde Andará Dulce Veiga, que ganhou uma versão para o cinema estrelado por Maitê Proença e Carolina Dieckman.

Caio morreu no dia 25 de fevereiro de 1996, em decorrência da Aids.

Certidão de nascimento de Caio Fernando Abreu

domingo, 11 de setembro de 2011

A escolha é sua

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Ao encontrar-se com o vento,
você fará uma escolha.

Sofrer pelo frio e sua força
ou entregar-se à carícia
e deixar-se levar por este fluir.

O vento não veio para te punir ou acariciar.
Ele apenas é.

Cabe a você harmonizar-se com ele ou não.

Varno Nômade
varno.nomade@gmail.com
http://artcosmica.wordpress.com
http://seishinshinshintyouwa.wordpress.com



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Onze de setembro

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Onze de setembro,
inda me lembro:
aviões cruzando os céus,
mais que o céu,
os edifícios,
formando cruzes
que não eram fogos
de artifício.

Eu vi, me lembro bem,
está gravado na memória,
as torres de Wall Street
desmoronadas pela história.

Breno Serafini
http://www.brenoserafini.com.br
Porto Alegre/RS



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Violeiro

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Violeiro e sua viola caminham solitários e sem direção
Sua viola entoa a mais pragmática das canções
A música doce acorde que desperta emoções

Violeiro audaz e sagaz
Sua viola afinada cantarola alegremente
Levando-o a sigsaguear como uma serpente

Violeiro boêmio da noite
Sua viola brinda corda com corda timtim
Sem desafinar encanta até o fim

Violeiro que nos faz dançar com seu gingado
Sua viola acompanha-o maliciosa e arteira
Com maestria compõe suas notas feliz e faceira

Violeiro que vaga na penumbra da noite
Sua viola fiel companheira és uma nobre seresteira
Corajosa menina sem lar está aqui, acolá graciosa forasteira

Violeiro que pula de bar em bar
Sua viola e você almas gêmeas inseparáveis
Dueto perfeito, violeiro e viola artistas imutáveis

Leandro Maciel Cortes
http://leandromacielc.blogspot.com
leandrocortes40@yahoo.com.br
Jaguari, RS



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As Trevas

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Gritos em meio a escuridão revelam
um abismo sem fim,
as sombras estão prestes a levar
aqueles que não seguirem a luz,
fuja das trevas ainda há uma chance,
arrependa-se ou irá queimar
eternamente no fogo do inferno.

Eduarda Garcia Ferreira
dudaferreira234@hotmail.com
http://thedarketsnights.blogspot.com
Capão do Cipó, RS



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Coração Hereditário

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São fragmentos de mim
Dando seqüência a vida
Que perpetuem na história
E não se perca no tempo

Como a nascente de um rio
Que brota de uma vertente
Unidos com o mesmo sangue
Correndo dentro da gente

Elos da mesma corrente
Adaga do mesmo aço
Temo as mesma semelhança
Carregamos os mesmos traços

O pía vive trotiando
Cantando que nem canário
Porque carrega no peito
Um coração hereditário

Eu sei que Deus o supremo
Deu a vida por nós dois
Mandou que eu viesse primeiro
Abrindo a linha de frente
Pra ti que vinha depois

Por isso eu e meu neto
Honramos nossa linhagem
De pelo duro que somos
A chucra raça criola
Inté o mesmo sobrenome

Este são laços entre nós
Que muitos chamam de herança
Hoje partilho com o neto
Os sonhos e esperanças

Geolar Vieira
geolarvieira@hotmail.com



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domingo, 4 de setembro de 2011

Folha do Livro 12 Escola: Começa agendamento para Arena das Histórias

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Vem, amor

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Vem amor,
vamos bailar
pelos jardins e pelos prados.
Sentir o perfume das flores
e o cheiro do capim molhado.
Vem, vamos sonhar abraçados,
os corações num ritmo alucinado.
Quero dançar, quero te beijar
e te amar até dia raiar!

Sente no ar a melodia,
faze-me flutuar em nuvens cor de rosa,
meus sentidos anestesia
nessa áurea fantasia voluptuosa
que a meus anseios sacia.

Antonia Nery Vanti (Vyrena)
http://sonhandocomvyrena.eu5.org
vyrena@terra.com.br
Porto Alegre/RS



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