63 anos de Caio Fernando Abreu: Limite branco

Eu queria grandes espaço, amplitudes azuis onde meus olhos pudessem se perder e meu corpo pudesse se espojar sem medo nenhum.
Queria e quero — ainda. Voar junto com alguém, não sozinho.
Mas todos me parecem tão fracos, tão assustados e incapazes de ir muito longe.
Talvez eu me engane, e minhas asas sejam bem mais frágeis que meu ímpeto.
Mas se forem como imagino, talvez esteja fadado à solidão.

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