sábado, 31 de julho de 2010

Um sonho...

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Para realizar um sonho
tem que lutar por ele
sofrer para alcançá-lo
não parar nos obstáculos
obter forças da imagem concretizada
momentos ficam,pessoas passam
mas um dia...
dependendo de cada um
ele vai ser realidade
e deixar de ser sonho
para ser felicidade!

Cleonice Soares Fortes
cleosfortes@hotmail.com
Unistalda, RS



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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Doces caprichos

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Eu poderia ter caminhado sobre aquela calçada sem motivo algum apenas para observar a vida passar, as árvores no outro lado, os mosquitos que voavam próximos às lâmpadas. Eu poderia tropeçar em algum dos tijolos quebrados e soltar um grito de raiva ou talvez enviar um sorriso falso de constrangimento. Eu poderia andar mais algumas quadras pensando melhor no que dizer, pensando na vergonha, e até mesmo em alguns dos momentos bons. Eu saberia que minha mente não agüentaria tanto, e sem dó ela iria solapar o desejo incontrolável de dizer:
"Deita comigo no chão da sala vazia, liga um som bem velho, aquelas bandas que costumávamos ouvir. Que lembram casa, da tua casa, das férias, as noites andando sem rumo. Canta bem alto comigo, até o interfone tocar com algum vizinho reclamando do nosso barulho absurdo, em plena segunda-feira, às três e meia da manhã.”
Eu poderia parar e respirar bem fundo, repensar sobre tudo, mas eu não conseguiria parar. Não ainda. Eu precisava continuar andando, eu precisaria pensar mais, talvez chorar um pouco, sorrir em meio às lágrimas, ou apenas ficar quietinha, andando. Ainda assim, minha mente não perdoaria e nem daria um tempo para pensar em outra coisa.
“Deita comigo no chão frio da sala – que não é nossa - de jeans, camiseta de banda, All Star sujo e com o som ligado. Deixa as luzes acesas, desperdiça comigo o seu tempo, e todo o tempo que eu levei pra te esquecer. Abre mão de tudo e fica do meu lado um pouco, me faz rir. Minhas amigas odiariam tudo isso, nosso barulho e a minha falta de amor-próprio, mas eu não me importaria. Cumpre aquela promessa de fugir comigo, ou simplesmente dorme ao meu lado, no chão frio, e torna ele quente.”

Certo que muitas esperanças morreriam, mas eu faria alguma força pra manter algumas delas acesas, como velas, mas, mesmo assim o que restaria seria uma ruína do que realmente sou. Ou ao menos do que era. E um profundo abismo entre a porta de saída.

Gisana Monteiro
rottenapplex.blogspot.com
giii_m@hotmail.com
Santiago, RS



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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Como se fosse a última vez

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Paixão, loucura, prazer
simples palavras que afagam meu ser
prazer em ter paixão
loucura em ter prazer.
mas o que sabes de mim?
Mostre que és capaz de literar essas 3 palavras
Porém não o quero por ventura
te quero por loucura
deixa-me ver seus lábios
beijar seus olhos.
quero te conhecer mais
pra que eu pare de delirar.
Delírio, loucura, paixão.
o que fazes aqui não é em vão.
Oh, meu amado, deixa-me tocar teus cabelos.
Permite que eu beije teus lábios
e no fogo ardentes da paixão
a loucura se desfaz.
E no prazer da alegria
nos amaremos
Como se fosse a ultima vez.

Luciele Dorneles
lucieledorneles@hotmail.com
Santiago, RS



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segunda-feira, 26 de julho de 2010

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Rosa Negra

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Certo dia, ela dissera a ele que jamais gostaria de mudar por medo que ele a deixe. Foi assim, espontâneo que ela disse isso. Ele pegou sua mão e disse que mesmo que ela mude, ele jamais vai esquecer o que ela um dia foi para ele. Ela o abraçou fortemente e disse que não poderia mais ficar. Beijou-o no rosto e disse que o amava. Desde então, ele está só, mas sempre à espera de sua amada. Entra todos os dias na internet para ver se a encontra, mas ela não esta. Olha para seu celular para ver se tem alguma ligação ou mensagem, mas não há nada. Procura por ela nos lugares que ela costumava freqüentar, mas não a encontra. Liga, manda cartas e deixa recados no Orkut. Ela não responde. Até que certo dia toca a campainha de sua casa. Ele, jornalista, parou de escrever no seu computador e foi atender a porta. Era ela, que estava muito diferente. Ela usava uma toca listrada para disfarçar, mas dava muito bem para perceber que tinha poucos cabelos. Estava pálida e talvez um pouco magra demais para o seu tamanho. Ele a convidou para entrar e ela aceitou. Os dois ficaram em silêncio por dez minutos. Um silêncio confortável, talvez. Então, ele tomou a iniciativa de quebrar o gelo que havia entre os dois, e perguntou o que havia acontecido com ela. Ela demorou para falar, parecia que quanto mais ele a olhava mais ela se sentia perturbada. Ela disse a ele que não poderia demorar pois não tinha muito tempo, e levantou-se do sofá. Entregou a ele uma rosa negra de plástico (as de plástico durariam para a vida inteira) e lhe disse que o amaria além das estrelas, e saiu correndo para fora. Ele se levantou, pegou a rosa negra, e respondeu "eu também". Passaram-se dois meses e ele nunca mais a viu, desde o acontecido. Até que foi convocado para fazer uma reportagem sobre as vítimas do câncer, e, teria que visitar uma clínica especializada que abriga crianças, adolescentes e jovens de até vinte e cinco anos. Chegando lá, ele visita todos os quartos menos o 9108 e faz entrevistas com algumas enfermeiras. O representante da clínica lhe disse que o quarto 9108 estava em limpeza pelas funcionárias, pois a paciente que estava hospedada lá quis fazer um último pedido, antes de morrer. O pedido de derrubar pétalas de rosas negras por todo o quarto, que foi atendido. De repente, o jornalista começou a passar mal e desmaiou. Acordou no mesmo quarto em que ela morrera. Sentou na cama. Olhou em roda e não havia ninguém. A clínica estava silenciosa e tudo estava ficando cada vez mais confuso para ele. Tentou dormir novamente. Bateu a cabeça no travesseiro para ver se não estava sonhando. Beliscou-se, mas nada, não havia nada que pudesse tirar ele dali. Levantou-se e foi até a janela. Não enxergava mais nada.

Enlouquecera.

Fernanda Fávero Alberti
fernanda.lbrt@gmail.com
Santiago, RS



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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Aos tempos

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Quero sempre poder contar com minhas palavras, que essa frase glorifique meus dias...
Nada é mais vazio do que não ter uma inspiração, que esse escuro não venha até mim...
Diante de todo e qualquer processo de perda, quero sempre permitir o uso das minhas forças...
Não quero evitar as lembranças, desde que elas suavizem minha alma.
Quero contar com o esquecimento dos meus erros remotos e guardar as experiências dos fatos...
Quero dilacerar e irradiar minhas experiências produtivas e abafar o que me fez errar,
Quero também agradecer aos erros, desde que eu não os presencie novamente...
Quero fazer das minhas mágoas apenas sorrisos, conforto e crescimento.
Quero acreditar na pureza de um relacionamento, por mais que seja momentâneo.
Quero entender que todo mundo vai embora e o que fica nada mais é que um vazio que um dia foi saciado!
Quero entender a desilusão como sendo parte de uma nova etapa e que o novo venha ser o que não imaginávamos presenciar um dia...
Quero que todas as pessoas tenham a humildade suficiente diante da ajuda que precisam e que elas saibam reconhecer o que estão fazendo no mundo...
Quero descobrir o que me faz bem e o quais são as pessoas envolvidas nesse processo...
Quero compartilhar a maior felicidade da minha vida com a pessoa que eu mais amar no momento...
Quero vivenciar todas as experiências possíveis, desde que elas invadam o meu crescimento, conhecimento e o meu amor...
Quero poder um dia guardar algo só pra mim e dividir aquele segredo somente com minha essência...
Quero sentir a emoção de ter filhos, mesmo sabendo da minha vida que terei de dar a eles...
Quero poder acreditar em todas as palavras que escrevo, desde que elas sejam dignas do que realmente expresso...
Quero entender a solidão como sendo a necessidade de pensamento, desde que ela não viva constantemente dentro de mim...


Nome: Camila Canterle Jornada
camila.cj@globo.com

www.camilajornada2.blogspot.com
Santiago, RS




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terça-feira, 20 de julho de 2010

Fria noite. Quente amor.

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Naquela noite fria, a rua era o córrego perfeito para o vento gelar-me o corpo todo. Um cachecol de lã preto era o que ajudava meu nariz, boca e face de resguardarem-se da congelante temperatura típica do inverno. Da minha boca, ao expirar, um vapor d’água saia com voracidade; consolidando, então, o que os termômetros da cidade marcavam: -2°C.

Sem nada nos ouvidos – não pelo fato de não ter um mp2, mp3, mp4 ou alguma elite-tecnológica-Apple, mas por encher minha cabeça com outras coisas -, descia a ladeira – da rua - da minha casa. Podia ouvir minhas pegadas como alguém que fica no porão de uma residência assoalhada; era assim que eu ia. Pé por pé, passo por passo, rumo ao lar. Ao entrar em casa, minha mãe já gritava: – O leite está no micro-ondas. Eis que o chocolate quente tomava forma, cheiro, gosto e calor, aquecendo minh’alma e corpo, gelados pela fria temperatura dos pampas, da minha querida Terra dos Poetas. Cansado, sentei-me, bebi e pensei.

Do outro lado da janela, comecei a ouvir gotículas. Era a chuva que vinha para me acompanhar. Peguei uma toalha, coloquei na cabeça e fui até o quintal buscar umas lascas de lenha para fazer fogo. Acendi-o e esfreguei uma mão na outra em frente à lareira. Era uma sensação maravilhosa, um calor tão bom, um amor, uma presença. Deus e eu naquela noite fria de inverno. O fogo parecia a presença dEle aquecendo-me constantemente – assim com Ele é: constante. Sem titubear, coloquei uma seleção de músicas que tinha feito dias atrás para tocar. Era o céu, o som dos Céus. Letras que falavam do amor, do perdão, da fé e da esperança, itens fundamentais para vivermos em harmonia com o mundo e com Deus. O tic-tac do relógio era periódico, as brasas vivas queimavam sem parar, a chuva ia criando uma forma mais encorpada, mas continuava serena; e eu continuava ali, sentado em frente à lareira, tomando os últimos goles do meu tão delicioso chocolate quente.

Eis que batia um sentimento forte no peito. Não era solidão, mas as características eram de uma saudade, uma forte saudade. Era o amor que estava longe, intocável, imutável, mas real. Naquele momento, foi como sonhar mesmo estando acordado. Vários flashes me vieram à cabeça, situações vividas, algumas até incompreendidas. Marcas no coração. Marcas deixadas pelo amor, pelo perdão; marcas boas, marcas únicas. Apenas marcas. Mas o sentimento continuava ali, firme e forte. E o amor continuava longe. Do nada, assim, comecei a analisar o fogo. Ele era multiforme. Várias cores, vários cheiros e um só calor. O moço era usado para muitas coisas. Queimar, cozer, machucar, matar, mas sempre aquecer. Assim como o amor, o amor dela, que me aquecia nos momentos frios, nos momentos necessários e sempre reais. E, mais uma vez, estava longe. Já o fogo, como sempre, perto.

Mas alguém estava ali comigo. Analisava tudo o que fazia: meus sentimentos, minhas emoções, minhas contradições, minhas falhas, meu amor. Deus sempre a me observar. Já beirava a terceira madrugada, e eu continuava a pensar e imaginar nas variantes do amor, quase entrando em devaneio, mas um devaneio bom, devaneio de quem ama. Estava sendo uma noite maravilhosa, mas algo aconteceu. O fogo apagou, o calor cessou, mas o amor continuou. Então fui dormir. Dormir como todos dizem: com Deus. Mas sonhar como só eu digo: com ela.

Ricardo Cappa
ricardocappa@hotmail.com
http://palavrasaoaleatorio.wordpress.com
Santiago, RS



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segunda-feira, 19 de julho de 2010

sábado, 17 de julho de 2010

Palavras e Ondas (17 de julho)

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Estaremos entrevistando o escritor Alessandro Reiffer, Diretor de Cultura e Literatura da Casa do Poeta de Santiago. Falaremos do I CURSO DE POESIA DE SANTIAGO no qual ele será o instrutor.

O programa vai ao ar das 14h às 15h, pela rádio Central FM 87,9.
Para ouvir online, clique aqui.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

25º Cafezinho Poético

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O 25º cafezinho poético itinerante ocorrerá no dia 17 de julho (sábado), no 2º andar do Ilha Bela Shopping, às 20h.

Aberto ao público.

Contamos com a sua presença!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Paisagem

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Amira Hermance Bessone

terça-feira, 13 de julho de 2010

Quando se...

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Quando se ama não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós.

Clarice Lispector

domingo, 11 de julho de 2010

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Palavras e Ondas (10 de julho)

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A professora Ayda Bochi Brum, Patronesse de Honra da Casa do Poeta de Santiago, será a entrevistada do programa Palavras e Ondas desta semana.

O programa vai ao ar das 14h às 15h, pela rádio Central FM 87,9.
Para ouvir online, clique aqui.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Paisagem Rural

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Almeida Junior

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Aquele que...

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Aquele que nunca viu a tristeza, nunca reconhecerá a alegria.

Khalil Gibran

terça-feira, 6 de julho de 2010

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Gato

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Tito De Alencastro

domingo, 4 de julho de 2010

Eu não...

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Eu não sou tão triste assim, é que hoje eu estou cansada.

Clarice Lispector

sábado, 3 de julho de 2010

Alma da Terra

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Trago dentro de mim o canto das lavadeiras,
nas batidas do coração o crepitar de lenha seca,
cor de café feito com pedra quente da fogueira,
como água de cacimba o sangue em minhas veias.

Foi me dada a força da rapadura com farinha,
garganta protegida com mel do oco da árvore,
corpo purificado nas águas dos rios e açudes,
mente formada por contos da terra semiárida.

Pés que conhecem o prazer de andar na terra,
mãos que escrevem a cultura oral repassada,
olhos que descobrem toda beleza do simples,
voz que narra as lições das parábolas do sertão.

Minha alma veio de viajem no pau de arara,
fez parte dos sonhos de retorno para casa,
veio nascer nessa grande selva de pedra,
mas canta, dança e pertence à nossa terra.

Joakim Antonio
poetajoakimantonio@gmail.com
http://descortinamental.blogspot.com
São Paulo - SP



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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Baú de Sonhos

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“É um erro imaginar que a morte está à nossa frente: grande parte dela já pertence ao passado, toda a nossa vida pretérita é já do domínio da morte.”
Séneca, Cartas a Lucílio, I.

IX
Em cada humano reside um sufoco que o atormenta e
cada sonho foge quando o pomos em prática. a noite
trouxe-nos o desespero e a consciência
e ter consciência é ter um nó apertado na garganta. Povoámos
a nossa imaginação de desejos abandonados e dói-nos tudo,
sobretudo a alma. uma tempestade
atravessa o nosso pensamento enquanto contemplamos a lua
esperando um último resquício de profecia.
Em baixo as ondas investem contra as rochas
que se mantêm intactas, inamovíveis.
Inamovível.
haverá algo mais perturbador:
a consciência da nossa morte.

Alexandre Sengo
pkhenrique83@gmail.com

http://adesordemdosangue.blogspot.com

Vila Franca de Xira, Portugal




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Palavras e Ondas (03 de julho)

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E no Palavras e Ondas deste sábado (03 de julho), a professora Rosane Vontobel Rodrigues, coordenadora do Projeto "Santiago do Boqueirão: seus Poetas quem são?" e o Sr Luís Airton Ribeiro de Souza, Patrão do Grupo Tradicionalista "Os Tropeiros".

O programa vai ao ar das 14h às 15h, pela rádio Central FM 87,9.
Para ouvir online, clique aqui.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Curso de Poesia - vagas limitadas!

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A Casa do Poeta de Santiago, por intermédio do Diretor de Cultura e Literatura Alessandro Reiffer, ministrará um Curso de Poesia, que pretende ensinar (ou relembrar) a técnica da poesia (rima, métrica etc).

O curso ocorrerá nos dias 20 a 22 de julho de 2010, das 19h às 23h. O Investimento é de apenas R$ 20,00, e o aluno recebe um certificado de 15 horas, assinado pela Casa do Poeta e pelo instrutor.

Reservas e inscrições poderão ser feitas pelos e-mails: palavraseondas@hotmail.com, gpasini@ig.com.br, reiffer@gmail.com, ou ainda pelo telefone 8406-7896.

As vagas são limitadas!!!


CRONOGRAMA DO CURSO:

1º Dia (20 de julho - terça-feira):
- O que é poesia (diferenciação entre poesia e prosa)
- Poesia Clássica e Poesia Moderna
- Tipos de poesias clássicas
- Leitura e Interpretação de poemas

2º Dia (21 de julho - quarta-feira):
- Versificação
- Verso tradicional
- Elisão, crase, sinalefa
- Hiato, ditongo, diérese, sinérese
- número de sílabas métricas
- acentuação do verso
- rima
- classificação das rimas
- enjambement
- versos brancos
- versos livres

3º Dia (22 de julho - quinta-feira):
- Figuras de Linguagem
- Oficina de Criação de Poemas
- Encerramento

4º Dia (23 de julho - sexta-feira)
- Entrega de Certificados no Auditório do Centro Empresarial (Extensivo à família)
- Apresentação do Projeto do Circuito Jesuítico e Missioneiro (CILAM)
- Apresentação do Projeto "Prêmio Terra dos Poetas"
- Apresentação do Projeto "Incentivo à Feira do Livro de Santiago"

Íntegro Divino

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Fiz de mim o segredo diante desse fato
Fiz de mim a força necessária diante de perdas constantes
Fiz de mim a angústia cautelosa
Fiz de mim e do meu miocárdio o que nunca faltou: amor...
Fiz de meu leito o habitat da fidelidade
Fiz de mim a magnitude que espelha meu ser
Fiz de mim passos mais firmes e sólidos
Fiz de mim o riso irônico e decepcionado
Fiz de mim o fato cômico despercebido
Fiz de mim o entendimento de que não era você
Fiz de mim o puro romantismo oferecido
Fiz de mim o que não deixei aos outros fazerem
Fiz de mim a angústia necessária e produtiva
Fiz de mim e das minhas lágrimas eternas construções
Fiz de mim e do meu sofrimento o guia para o amanhecer
Fiz de mim bases íngremes para o nosso mundo
Fiz de mim um alvo de compreensões
Fiz de mim a arte da escrita e um poeta significante
Fiz de mim a percepção de um outro universo humano
Fiz de mim novos horizontes, novas culturas e novas pessoas...
Fiz de mim o desafio necessário para viver ainda mais
Fiz de mim a vitalidade guiada por tua voz
Fiz de mim alianças para um novo labirinto romântico
E, ainda, fiz delas a entrega para seu habitat original,
Elas: nem em mim, nem em você, nem em nós...
Apenas, na loja.
Fiz de mim o segredo diante desse fato, mas eram nossas!

Nome: Camila Canterle Jornada
camila.cj@globo.com

www.camilajornada2.blogspot.com
Santiago, RS




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Nossa dor...

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Nossa dor vem da distância entre aquilo que somos e o que idealizamos ser.

Friedrich Nietzsche
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