sexta-feira, 17 de maio de 2013

Palavras e Ondas (18/05/2013)

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Sintonize 87,9, rádio Central FM, a partir das 14h.
Você poderá ouvir o programa pela internet, clicando AQUI.

Quero acreditar que...

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Quero acreditar que quando me olhas nos olhos
Vejas refletir nos meus olhos a luz do teu olhar
Quero acreditar, que quando me acariciar
Sinta em suas mãos o calor que sai de meu corpo
Quero acreditar, que quando zangada ficaste
Um grande aperto em teu peito te impeça de respirar
Pois se eu sou você e você  és eu
Deves profundamente sentir aquilo que senti
Aquilo que eu senti quando injustamente
Sem, ou por querer, em um determinado momento
Ao qual foste mais tu e menos eu
Meu amor, sem querer, minha sensibilidade ofendeu-se.

Jeferson Silva
jefersonsilvaaa@hotmail.com
Santiago - RS



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sábado, 11 de maio de 2013

Viagem Turístico-Cultural para Buenos Aires

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A Casa do Poeta de Santiago está programando uma viagem cultural, para Buenos Aires, Argentina, nos dias 04 a 07 de julho de 2013.

Iremos de Microonibus: O referido micro conta com 22 lugares, ar condicionado, calefação, bagageiro, poltronas soft, CD, DVD, banheiro, frigobar e cafeteira.

Há a previsão de passeios turísticos (iremos transitar com o ônibus) pelos principais locais da cidade.

VAGAS LIMITADAS!

VI Semana Literária de Santiago

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Palavras e Ondas (11/05/2013)

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Sintonize 87,9, rádio Central FM, a partir das 14h.

Você poderá ouvir o programa pela internet, clicando AQUI.

Nós

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A vida nunca poderá ser resumida.
Ela é tão cheia de tropeços e às vezes é preciso nos assegurar em apoios
Que por vezes ou outras não estarão mais ali.
Não se devia chamar vida, devia se chamar sonhos.
Os nossos sonhos serão nossas bases para nosso futuro
 Será um passado de um presente que fica, ficou e ficará.
Somos um sonho desfeito, com defeitos, com deslizes.
Em busca de um labirinto perfeito e imperfeito
Para que ali, possa se viver.
Somos-nos o que queremos ser
Mas antes de ser tudo isso
Não esqueça que sou igual a você.

Fernanda Pinheiro de Lima
fernandapinheirolima@hotmail.com
Santiago, RS


 
Se você quiser divulgar neste espaço, envie seu seu trabalho para casadopoeta.stgo@gmail.com com os seguintes dados: nome completo; foto; blog (se tiver); e-mail para contato e cidade/estado.
 
 ATENÇÃO: A Casa do Poeta de Santiago não se responsabiliza pelo conteúdo dos artigos ou pelas ideias expressadas por estes. Os artigos publicados neste espaço são de inteira responsabilidade dos seus respectivos autores, e expressam as ideias pessoais dos mesmos.

Convite

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O Delrey

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Um pouco por nostalgia, outro tanto por segurança, e certamente por sua confiabilidade e conforto, gosto muito de carros antigos. Sou atualmente proprietário de um DELREY Guia, ano 88, com 356 118 Km rodados e pronto para rodar outros tantos. Já tive outro da mesma linha, mas cometi a besteira de vendê-lo, trocando-o por um modelo mais moderno, com maisvelocidade, mais aparência, não deu outra, fomos assaltados, levaram o carro, sumindo na mesma proporção do pique de seu velocímetro. Se fosse o Delrey, não haveria problema, ninguém quer.
      Nas estradas, os motoristas desse tipo carro sempre levam vantagem, se for uma raridade,bem cuidado e polido, os demais dão passagem só para admirá-lo, já no meu caso, eles fazem o mesmo, porém com outro cuidado:
     - Lá vem um velho num DELREY, é um perigo, vou deixar ultrapassar.
      Esses condutores é que não sabem, mas esse modelo já vem com quase todos os itens de     um automóvel moderno, são elétricos os vidros, também a tampado amplo porta-malas, sinalizador de portas abertas, relógio digital, etc..., a parte da lataria, se bem cuidada, não enferruja nunca, também não há motivo para gastos com troca de dois em dois anos, e agora a maior vantagem de todas: qualquer mecânico conserta.
     No estacionamento em uma festa, por exemplo, podem notar, os olharesvoltar-se-ão pri-meiro para os automóveis mais antigos, depois para os demais, já que estes últimos tornaram-se comuns. Acostumei-me com as pessoas nos observando, porém dia desses ocorreu um fato que me deixou intrigado.
     Estou estacionando em frente de uma loja, lá no centro, quando ouvi o seguinte diálogo entre duas belas garotas:
     - Até que não é tão velho... – Disse a primeira.
     E a outra completou:
     - O CARRO.
    Não entendi bem o porquê, mas em todo caso...

Paulo Walmir Assunção Vargas
pwargas@hotmail.com
São Leopoldo - RS




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Geração Clichê

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Emaranhados na teia da vida trilhamos a passos lentos caminhos que desconhecem o fim. Durante essa jornada vestimos a armadura, aprendemos por medo a segurar as lágrimas e a esconder o que sentimos. Não é permitido fraquejar, vivemos para ser fortes, mas por vezes esquecemos o quão frágeis somos.

 Meras crianças condenadas a labirintos de sonhos, contradições, presas  a um ciclo eterno de amores e decepções, seguimos em universos paralelos encarcerados por nossas próprias prisões de liberdade. Sobrevivemos alimentados do egoísmo ditado pelo sistema e desaprendemos aquilo que temos de mais belo, o dom de amar sem motivos aqueles que nos cercam porque os mesmos são feitos de carne, osso, porque é uma vida e somos iguais.

Rotulados, embalados em roupas de marca o que mais tem torna-se superior. O abraço sincero, o beijo no rosto, o olho no olho são deixados de lado para dar espaço a uma ditadura de aparências onde status e futilidades se sobressaem. Até quando viveremos assim desorientados, distantes do que nos faz diferentes? Onde estarão aqueles que valorizam a essência? Será que o “humano” é uma espécie em extinção?


Angélica Erd 
Santiago, RS


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terça-feira, 7 de maio de 2013

filha da natureza

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De que pétala foste exilada?
qual essência que te pariu?
que inexpressivo secreto te jogou neste mundo?
quantas rosas fez sentir entre mais de um sentir?
foste a respiração das rosáceas entre dois grãos de areia?

Qual aroma que te transformou em saudade?
que dia mesmo entre as datas que te jogaram na terra?
que saudade que te transformou em presença?
tua saudade é que nem a vontade de comer, a fome?
quem me dera comer tuas peças florais todos os dias!
degustando, então a tua presença?

Que isso e que aquilo?
és a respiração do mundo convertida em silêncio?
também és a filha das naturezas?
desejo tocar, sentir, pegar, desejo ser…
deixo que sejas a natureza
posso fazer isso?
posso te fazer sendo a biodiversidade?
posso te cheirar para lembrar o teu perfume?
posso te comer quando sentir tua saudade?
posso te olhar quando estiver com os olhos fechados?
posso embelezar meu quintal com teu corpo floral?
posso te arrancar os espinhos quando estiver errada?
posso te regrar quando sentir minha sede?
posso plantar réplicas de ti quando no meu vaso bater a carência?
posso te fazer a vida?
as plantas, a terra, os frutos, a água, o fogo, o ar?
posso te fazer minha alma, o corpo nu, o espírito?
posso te fazer A NOSSA VIDA?
isso lhe assusta?
no início parece que preciso de toda a tua vida
mas na verdade, eu só quero uma sementinha de ti…
pra gerar nossa prole…

Nome: Camila Canterle Jornada
camila.cj@globo.com

www.camilajornada2.blogspot.com
Santiago, RS




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