terça-feira, 21 de junho de 2011

Josef Minard

Há 80 anos, ocorria esse incidente, de que muito ouvi falar na voz de meu tio Camargo. Surpreendo-me com a vitalidade da história, e o Município perdeu (mas ainda dá tempo - olhem a Feira do Livro!) de fazer um evento sobre o tema. Não se trata de fé ou não fé, mas de reconhecimento de um fenômeno popular... acho que já postei aqui o poema, mas não custa repetir. Na minha última ida à Santiago, fui ao cemitério render o meu tributo a essa verdadeira lenda (concreta) e que cresceu cada vez mais no imaginário popular. Tendo por nome Josef Minard, o russo, na verdade, era eslovaco (ou tcheco?), tendo sido assasinado (com tiro pelas costas) no dia 02 de março de 1931. Aí vai a minha homenagem, em forma de versos:

Josef Minard

Recebeu com milho na boca a bala certeira.
Começava ali a sua Colônia Juliano Moreira.

O povo em seu calvário
Fez dele o seu santo primário,
Da sua catacumba,
Um sacrário.

Do Russo o seu santuário
Parece (a sobra da) obra
Do Arthur Bispo do Rosário.

*Este poema será publicado em meu novo livro, Geração Pixel.

Breno Serafini
http://www.brenoserafini.com.br
Porto Alegre/RS



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